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terça-feira, 14 de junho de 2011

OMS pede para que mais pessoas doem sangue

Em todo o mundo são feitas 92 milhões de doações anualmente

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pede para que mais pessoas em todo o mundo se tornem voluntários, doem sangue e salvem vidas. O apelo foi feito nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Doador de Sangue. Este ano a data é lembrada com o tema 'Mais Sangue, Mais Vida' e o reforço da necessidade classificada pela OMS como urgente de que mais pessoas façam doações de forma regular.

Segundo informações da Agência Brasil, dados mostram o total de 92 milhões de doações de sangue por ano em todo o mundo. Dos 80 países com baixas taxas (menos de dez doadores para cada  grupo de mil habitantes), 79 são nações em desenvolvimento.

Doar sangue é um gesto solidário e beneficia mulheres com complicações na gravidez e durante o parto, crianças portadoras de anemia severa decorrente de malnutrição e malária, pessoas que sofrem de traumas provocados por acidentes, além de pacientes de câncer e que passam por algum tipo de cirurgia.

NA BAHIA
Apesar da importância muita gente ainda resiste em fazer doações. Por aqui, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) tem feito sucessivas coletas externas na tentativa de conseguir mais doadores. E nesta época de festas juninas - diante da necessidade de mais pessoas precisando de sangue por conta dos acidente de trânsito e com fogos -, a Hemoba lança a Campanha de São João.

A Fundação dispõe de unidades para coleta em 22 municípios do estado, além dos serviços no Hospital Santo Antônio e na sede da Hemoba (Avenida Vasco da Gama), ambos na capital baiana. Outra possibilidade de coleta é no Hemóvel que este mês está disponível, na praça do Iguatemi, desta terça a sexta-feira (17) e nos períodos de 20 a 22 e de 27 a 30. Endereços e telefones das unidades da Hemoba estão disponíveis aqui.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Atividade física diminui risco de câncer de mama e de cólon

OMS recomenda 150 minutos de exercícios aeróbicos moderados por semana

Corpo em movimento: renovação de energia e prevenção de doenças
Cento e cinquenta minutos (duas horas e meia) por semana de atividade física aeróbica moderada podem reduzir o risco de câncer de mama e de cólon, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A orientação de 150 minutos por semana de atividade física aeróbica moderada vale para pessoas com 18 anos ou mais. Entre 5 e 17 anos, a recomendação é de pelo menos 60 minutos de atividade física moderada ou alta.

No Dia Mundial do Câncer, lembrado nesta sexta-feira (4), a instituição informou que a atividade física tem papel importante na redução da incidência de certos tipos de tumores.  E aponta o sedentarismo como o quarto maior fator de risco quando se considera o total de óbitos registrados em todo o mundo.

De acordo com a OMS, atualmente 31% da população global não pratica qualquer tipo de atividade física. O sedentarismo está associado a 3,2 milhões de mortes anuais - 2,6 milhões em países pobres e em desenvolvimento -, além de 670 mil óbitos prematuros (pessoas com menos de 60 anos). Em 2008, quase 460 mil mulheres morreram em decorrência do câncer de mama e cerca de 610 mil homens por causa do câncer colorretal.(Foto: Mateus Pereira/Agecom)

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

OMS alerta sobre importância das atividades físicas

Sedentarismo causa 21% dos tumores malignos na mama e no cólon do útero

Corpo em movimento: prática de exercícios regulares preserva saúde
 A tendência ao sedentarismo aumenta no mundo e já é responsável pelo quarto maior fator de risco de mortalidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A ausência de uma disciplina de atividades físicas, como causa mortis, só perde para as doenças relacionadas ao aumento da pressão arterial, ao fumo e à glicemia elevada. Estudos mostram que várias doenças são atribuídas à falta de exercícios físicos regulares.

De acordo com os estudos, o sedentarismo é responsável por, pelo menos, 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como por 27% dos registros de diabetes e 30% das queixas de doenças cardíacas. As pesquisas foram feitas com três grupos distintos: crianças e adolescentes com idade de 5 a 17 anos, jovens e adultos, de 18 a 64 anos, e homens e mulheres acima de 65 anos.

Os pesquisadores concluíram que a tendência ao sedentarismo aumenta de forma global tanto nos países de renda elevada quanto nos emergentes e pobres. Para a OMS, é fundamental alertar as populações sobre os benefícios dos exercícios físicos regulares. O ideal para quem não faz atividades físicas é começar de forma gradual e frequente.

A Organização Mundial da Saúde apelou ainda para que seja feita uma parceria entre os diversos setores e níveis dentro dos governos, da sociedade civil, das organizações não governamentais e do setor privado em favor da promoção e do estímulo das atividades físicas. De acordo com os especialistas, todas essas áreas têm “papel vital a desempenhar na construção de ambientes saudáveis” para garantia da qualidade de vida das sociedades. (Foto: Viradão Esportivo 2010)

domingo, 14 de novembro de 2010

Número de diabéticos passa de 250 milhões no mundo

Oitenta por cento das mortes ocorrem em países pobres e em desenvolvimento

Aparelhos modernos facilitam medição do teor de açúcar no sangue
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que quase 80% das mortes por diabetes no mundo ocorrem em países pobres e em desenvolvimento. Em 2005, 1,1 milhão de pessoas morreram em decorrência da doença. A estimativa é que o número de mortes dobre na próxima década.

O número de diabéticos no mundo passa de 250 milhões, diz a Federação Internacional de Diabetes. A entidade, ligada à OMS, alerta: se não forem implantadas políticas de prevenção eficientes, em 2025, o número pode a chegar a 380 milhões. No Brasil, estima-se em 10 milhões o número de diabéticos, sendo 7,6 milhões os acometidos pelo tipo 2 da doença, o mais comum e o único que pode ser evitado.

Segundo o Ministério da Saúde, o número dos portadores desse tipo de diabetes equivale a 5,8% da população com mais de 18 anos. Levantamento recente do ministério constatou que o maior número de pessoas, com o tipo 2 da doença, está na região Sudeste, cerca de 3,5 milhões de pessoas, - 2,06 milhões  delas no estado de São Paulo.

Na edição deste ano da campanha do Dia Mundial do Diabetes , 14 de Novembro, organizações médicas internacionais garantem que é possível prevenir a doença. O diabetes tipo 2 consiste do aumento anormal de glicose (açúcar) no sangue. Os principais sintomas são sede e fome excessivas, vontade constante de urinar, perda de peso, cansaço, infecções regulares, visão embaçada, dificuldade de cicatrização de feridas e formigamento nos pés.

EPIDEMIA SILENCIOSA

No entanto, a maioria das pessoas não reconhece esses sintomas como relacionados ao diabetes e procuram atendimento médico tardio – o que levou a doença a ser considerada pela OMS uma epidemia silenciosa. “Quase metade dos diabéticos não sabem da sua condição porque a doença não incomoda. Só descobrem quando fazem o exame de sangue”, constata a presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, seccional do Rio de Janeiro, Lenita Zadjdenverg.

A doença atinge pessoas na faixa etária acima de 40 anos, obesas e com histórico familiar. Para a prevenção, Lenita recomenda alimentação saudável – com mais verduras e frutas e menor consumo de sal e de alimentos gordurosos – e a prática de exercícios físicos. A população deve entender que é possível prevenir a doença e conviver com a mesma, recomenda.

Não há cura para o diabetes, mas tratamentos podem aliviar as consequências. O avanço da enfermidade eleva o risco de aparecimento de doenças cardíacas, de amputação das pernas, de cegueira e de partos prematuros. De acordo com o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe do diagnóstico e remédios para tratamento.

TIPO 1, CORPOS ESTRANHOS

O diabetes tipo 1, com menor incidência, consiste da destruição das células produtoras de insulina, pois o organismo as identifica como corpos estranhos. A doença surge quando a pessoa deixa de produzir insulina. Não se sabe ao certo porque as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1, mas algumas já nascem com genes que as predispõem à doença. No entanto, outras têm os genes e não têm diabetes. 

O tipo 1 é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, embora  possa surgir em qualquer idade. Os sintomas mais comuns são fome frequente; vontade de urinar várias vezes; sede constante; perda de peso; fraqueza; fadiga; nervosismo; mudanças de humor; náusea; vômito. O tratamento contra o diabetes pode ser feito gratuitamente na rede pública de saúde.


Fonte da matéria e foto: Agência Brasil

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cigarro causa 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos

OMS alerta sobre estratégia das indústrias para atrair segmento feminino


O Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta segunda-feira (31), mira as mulheres. O tema de 2010, escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é gênero e tabaco com ênfase no marketing para o segmento. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), divulgados em matéria da Agência Brasil - assinada por Lisiane Wandscheer - 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos resultam de fatores relacionados ao hábito de fumar.

O objetivo da campanha é alertar sobre as estratégias que a indústria usa para atingir o público feminino, os danos à saúde e ao meio ambiente. De acordo com a OMS, as mulheres hoje são o principal alvo da indústria do tabaco. O cigarro mata por ano mais de 5 milhões de pessoas – entre as quais, 1,5 milhão de mulheres. Se não forem adotadas medidas urgentes, o tabaco pode matar mais de 8 milhões de pessoas até 2030, das quais 2,5 milhões  mulheres. A maior incidência ocorre entre as de baixa renda.

Atualmente o mundo tem 1 bilhão de fumantes – entre eles, 200 milhões de mulheres. De acordo com a OMS, enquanto o tabagismo diminui entre os homens, em alguns países aumenta o número de mulheres fumantes. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada em 2008, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que no Brasil o tabagismo está caindo. Entretanto a queda é menor entre as mulheres.

Nesta segunda-feira será aberta, na Câmara dos Deputados, em Brasília, a exposição Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou as Pessoas. Serão apresentadas peças publicitárias impressas e filmes comerciais das marcas de cigarro veiculados entre as décadas de 1920 e 1950 nos Estados Unidos. (Foto: Flickr)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Está difícil escapar da poluição sonora

Fiscalização precária e falta de conscientização das pessoas agravam o problema

São tantos ruídos no dia a dia que está difícil escapar da poluição sonora atualmente. Além do barulho intenso do trânsito nas grandes cidades, os moradores acabam obrigados a suportar os sons da vizinhança: bate-estaca e corte das barras de ferro em construções, reforma no apartamento ao lado, liquidificadores, máquinas de lavar roupa e música alta.

Em Salvador, a falta de conscientização dos moradores contribui para o agravamento do problema. Muita gente, infelizmente, ignora os danos da poluição sonora à saúde humana, o nível de decibéis tolerável segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), bem como a legislação que dispõe sobre o assunto. Para piorar a situação, a prefeitura não fiscaliza devidamente os agentes responsáveis pela emissão de ruídos.

Ajudam na barulheira os equipamentos que nascem das cabeças pensantes dos engenheiros. Aí cabe perguntar: por que eles não se preocupam com o item poluição sonora quando projetam suas criações? Será por causa da falta de uma lei obrigando-os a pensar nisso? Se o problema é esse, os parlamentares tem o dever de dar uma contribuição à saúde auditiva das pessoas, reduzindo por consequencia o stress e as doenças cardíacas provocadas pela poluição sonora. Enquanto isso não acontece o jeito é recorrer aos protetores de ouvido. (Imagem)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Lei municipal proibe cigarro em ambiente fechado

Fumar em ambientes fechados, públicos ou privados, está proibido em Salvador, conforme determina o projeto de lei, aprovado ontem, apresentado pelo vereador Alcindo da Anunciação (PSL). A proibição se estende à criação de fumódromos nesses espaços. Caso a lei seja sancionada pelo prefeito João Henrique, vai restar aos fumantes que estejam em bares e restaurantes, por exemplo, se dirigir às áreas externas desses ambientes.

A aprovação do projeto é uma boa iniciativa diante dos inúmeros danos à saúde das pessoas atrbuídos ao tabagismo. O Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a Epidemia Global do Tabaco, de 2008, dá conta que o hábito de fumar responde pela morte de 5,4 milhões de pessoas por ano e a epidemia está piorando.

Estudos da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) também dimensionam o problema: a fumaça do cigarro resulta de uma mistura de cerca de 4.720 substâncias tóxicas que apresenta duas fases. Uma é a particulada, que contém nicotina e alcatrão. A outra, a fase gasosa, tem outros elementos como monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetalído e acroleína.


CAUSA DE 50 DOENÇAS

Segundo a Fiocruz, o tabagismo causa aproximadamente 50 doenças, incluindo hipertensão, infarto, angina e derrame. Causa muitas mortes em decorrência do câncer de pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim e bexiga. Provoca bronquite crônica e enfisema pulmonar. Além de impotência sexual, o hábito de fumar também reduz as defesas orgânicas, levando o viciado a ficar mais vulnerável a contrair gripe e tuberculose.

Mas o propalado fumante passivo é mito ou verdade? Pelo que a Aliança de Controle do Tabagismo Brasil (ACTB) explica, não existe nada de mito nessa história. O fumo passivo, como informa, significa a inalação por não-fumantes da fumaça que resulta da queima de produtos derivados do tabaco, ou seja, cigarro, cigarro de palha, cigarro de cravo, bali hai, cigarrilha, charuto, cachimbo e narguilé.

Nem todos os fumantes têm consciência dos danos do cigarro à saúde. Outros sabem da gravidade, mas a dependência química inibe a vontade de abandonar o vício. É que o período inicial da abstinência gera grande sofrimento. Irritabilidade e sinais de depressão são alguns dos problemas enfrentados. Se você quer deixar de fumar o melhor a fazer é buscar ajuda de profissional habilitado para a devida orientação terapêutica.