Páginas

Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Cresce incidência de depressão e estresse no trabalho

Concessão de auxílio-doença aumentou 19,6% no primeiro semestre de 2011


A notícia é da Folha e merece reflexão de empregadores e profissionais: o mercado de trabalho tornou-se um foco de doenças como depressão e estresse. A tendência já se reflete em forte aumento no número de brasileiros afastados pelo INSS por esse tipo de problema de saúde, como  informa reportagem de Érica Fraga e Venscelau Borlina Filho publicada nesta sexta-feira (25).

Segundo a matéria, as concessões de auxílio-doença acidentário, relacionados ao trabalho para casos de transtornos mentais e comportamentais, cresceram 19,6% no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado.O aumento significa quatro vezes o da expansão no número total de novos afastamentos autorizados pelo INSS. "Nenhum outro grupo de doença provocou crescimento tão forte na quantidade de benefícios de auxílio-doença concedidos entre janeiro e junho deste ano", registra a Folha. Leia mais aqui. (Foto: Flickr)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ministro diz que nova CPMF não faz parte do debate do governo

Já os governadores nordestinos são favoráveis a imposto específico para a área de saúde


O ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio (foto), garantiu nesta terça-feira (22) que não há no governo nenhum debate sobre a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), conforme notícia da Agência Brasil. Na segunda (21), governadores de estados do Nordeste, realizado em Sergipe, defenderam um imposto específico para o financiamento da saúde em substituição à CPMF.

A afirmação do ministro foi feita após a reunião da coordenação política do governo. Luiz Sérgio reiterou também as intenções do governo de propor correção de 4,5% para a tabela do Imposto de Renda. “Estamos corrigindo a tabela pela meta inflacionária [prevista para 2011]”, disse o ministro. “Mas [isso será feito] só depois que for superada a questão do salário mínimo e a lei for publicada e sancionada”. 

O governo trabalha com a expectativa de que o Senado aprove na quartta-feira (23) o projeto que reajusta o salário mínimo para R$ 545, na forma como a proposta passou pela Câmara. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), também participou da reunião de coordenação política. Leia mais aqui. (Foto: Wilson Dias/ABr)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Remédios de graça para diabetes e hipertensão

Farmácias e drogarias têm até o dia 14 para se adaptar à medida

Uma boa notícia para quem depende de remédios de uso diário para controlar duas doenças: o programa Aqui Tem Farmácia Popular vai oferecer medicamentos contra hipertensão e diabetes de graça.  Isso mesmo, de graça, segundo notícia divulgada pela Agência Brasil.

Hoje o governo paga 90% do valor dos remédios para as duas enfermidades e o cidadão cobre o restante. Com a medida anunciada na terça-feira (2) pelo governo, os medicamentos passam a ser distribuídos gratuitamente.

Quinze mil farmácias e drogarias privadas conveniadas ao programa têm até o dia 14 deste mês para se adaptar à medida. Qualquer brasileiro pode ter acesso aos medicamentos desde que apresente um documento com foto, o CPF e a receita médica.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 900 mil hipertensos e diabéticos devem ser beneficiados. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a oferta gratuita só foi possível devido a um acordo negociado entre o governo e o setor farmacêutico.

O programa oferece ainda remédios subsidiados para mais cinco doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. No total, são 24 tipos de medicamentos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Infecções: riscos para pacientes e trabalhadores

Impacto anual é estimado em $ 6,7 bi para instituições de saúde


As infecções associadas aos cuidados da saúde (Iacs) representam uma crise global que afeta tanto pacientes quanto trabalhadores de serviços de saúde. Financeiramente, as Iacs representam impacto anual estimado em $6,7 bilhões para instituições que prestam serviços de saúde, mas os custos humanos são ainda maiores.

Um relatório do Centro de Controle de Doenças (CDC) publicado em março-abril de 2007 estimou em 98,987 o número de mortes nos EUA causadas por infecções associadas aos cuidados da saúde no ano de 2002. No entanto, provavelmente esse número é ainda maior, pois os autores do estudo ressaltam que "nenhuma fonte de dados nacionalmente representati va sobre as Iacs está disponível no momento".

Até recentemente, a falta de requerimentos de relatórios sobre Iacs para instituições  da área de serviços de saúde contribuiu para a baixa atenção à eliminação das fontes de infecções associadas aos cuidados da saúde. No entanto, a crescente preocupação pública em relação ao assunto e a resultante legislação em nível estatal e local, exigindo responsabilidade, estão ajudando a acelerar as iniciativas para combater as infecções associadas aos cuidados da saúde.

Fonte de texto e imagem: Infecção Aqui Não