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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Anvisa orienta padarias a usar menos sal no pão

Guia de boas práticas nutricionais reúne dicas para panificadoras
 
 Hipertensão é uma praga, mas nem toda pessoa que sofre do problema tem consciência disso. Abusa do sal nos pratos feitos em casa sem se preocupar com os alimentos comprados prontos, a exemplo do pão, indispensável no café da manhã para muita gente. Por isso, merece elogio a iniciativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que lançou um guia para orientar as padarias e outras empresas de alimentação a produzir o pão com menos sal.

Conforme dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, citados em matéria da Agência Brasil, o brasileiro consome pelo menos um pão francês por dia, principalmente no café da manhã ou no lanche da tarde. Uma unidade - tamanho habitual de 50 gramas - tem aproximadamente 320 miligramas (mg) de sódio, o equivalente a 40% da composição do sal. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo diário de 2 mil mg, equivalente a uma colher de chá de sal. É importante prestar atenção a essa orientação, uma vez que o sal é usado no tempero na maior parte dos alimentos, inclusive bolos, tortas, biscoitos doces, entre outros.

No guia, ainda com base em informações da Agência Brasil, uma dica é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro de 2011, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo prevendo a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014.

Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo.  O Guia de Boas Práticas Nutricionais para o Pão Francês está disponível na página da Anvisa na internet (www.anvisa.gov.br). Leia mais aqui.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Hipertensão afeta metade dos brasileiros com mais de 55 anos

Dados sobre a doença fazem parte de pesquisa feita pelo Ministério da Saúde e USP

Metade dos brasileiros com mais de 55 anos de idade tem hipertensão conforme dados do Ministério da Saúde (MS). Quanto mais a população envelhece maior é o risco de ter pressão alta, o que contribui significativamente para o surgimento de doenças cardíacas.

Na faixa acima de 65 anos, 60,2% dos brasileiros sofrem com a doença. Entre os jovens, a prevalência da hipertensão é bem menor - no grupo de 18 a 24 anos , por exemplo, somente 8% foram diagnosticados como hipertensos.

Os dados divulgados nesta terça-feira (26) fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônicos (Vigitel) de 2010, feita anualmente em todas as capitais brasileiras por servidores do ministério e da Universidade de São Paulo (USP).

Ainda de acordo com  o estudo, nos últimos cinco anos, aumentou o número de brasileiros com hipertensão. Em 2006, informa a pesquisa, 21,6% da população tinha a doença. Em 2010,a taxa subiu para 23,3%. Apesar desse crescimento, o ministro Alexandre Padilha avalia que a tendência é de estabilização dos indicadores.(Foto: Flickr)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Remédios de graça para diabetes e hipertensão

Farmácias e drogarias têm até o dia 14 para se adaptar à medida

Uma boa notícia para quem depende de remédios de uso diário para controlar duas doenças: o programa Aqui Tem Farmácia Popular vai oferecer medicamentos contra hipertensão e diabetes de graça.  Isso mesmo, de graça, segundo notícia divulgada pela Agência Brasil.

Hoje o governo paga 90% do valor dos remédios para as duas enfermidades e o cidadão cobre o restante. Com a medida anunciada na terça-feira (2) pelo governo, os medicamentos passam a ser distribuídos gratuitamente.

Quinze mil farmácias e drogarias privadas conveniadas ao programa têm até o dia 14 deste mês para se adaptar à medida. Qualquer brasileiro pode ter acesso aos medicamentos desde que apresente um documento com foto, o CPF e a receita médica.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 900 mil hipertensos e diabéticos devem ser beneficiados. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a oferta gratuita só foi possível devido a um acordo negociado entre o governo e o setor farmacêutico.

O programa oferece ainda remédios subsidiados para mais cinco doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. No total, são 24 tipos de medicamentos.