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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Feira em praça pública marca Semana de Museus em Salvador

Programação acontece no período de 16 a 22 deste  mês e inclui diversos eventos

Uma grande feira em praça pública marca é o grande destaque deste ano da IX Semana de Museus em Salvador. Durante os dias 16 e 22 deste mês, acontece na Bahia uma programação especialmente preparada para ampliar e intensificar a relação entre museu e sociedade. Exposições, palestras, documentários, seminários, oficinas, espetáculos teatrais, shows musicais e atividades educativas são alguns dos eventos que têm ponto alto em 18 de maio, Dia Internacional dos Museus.

Na próxima segunda-feira (9) a Diretoria de Museus (Dimus) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), unidade da Secretaria de Cultura (Secult), promove um café da manhã para jornalistas, a partir das 9h30, no Conselho Estadual de Cultura, no Campo Grande, para divulgar a programação completa da Semana de Museus em Salvador.

Com a participação de museus estaduais e particulares, e apoio da Fundação Pedro Calmon, no dia 18,  a Praça Municipal se transforma no ambiente da 1ª Feira de Museus da Bahia. É uma oporutunidade para o público apreciar produções gráficas produzidas, nos últimos anos, nos principais espaços expositivos do estado, além de diversas apresentações artísticas, venda de catálogos e livros a preços especiais, e distribuição gratuita de várias publicações.

Ao realizar a semana de eventos, a Diretoria de Museus preetende estimular a participação popular a partir de atividades multidisciplinares. 'Museu e Memória' é o tema do evento deste ano e tem o objetivo de promover reflexão sobre a importância dos museus para a história dos povos e das sociedades. A Semana de integra a agenda de atividades permanentes do Instituto Brasileiro de Museus  (Ibram) do Ministério da Cultura (MinC), sempre no mês de maio. (Imagem: Ibram)

Fonte: Secult

domingo, 14 de novembro de 2010

Festival da Sanfona movimenta Juazeiro e Petrolina

Instrumento típico das festas juninas comanda animação nas duas cidades


Os hotéis e pousadas estarão completamente lotados durante este fim de semana em Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. O movimento se deve à realização do Festival Internacional da Sanfona, que acontece pelo segundo ano consecutivo às margens do Rio São Francisco.

No lado baiano, o Grand Hotel de Juazeiro, principal meio de hospedagem da cidade, está com 100% de ocupação. Além de receber figuras ilustres como Dominguinhos e o músico gaúcho Renato Borghetti, o estabelecimento também hospeda turistas de diversas partes do País.

O bancário aposentado, José Lourinaldo Freitas, 53 anos, saiu de Campina Grande, na Paraíba, “para curtir o som dos melhores sanfoneiros do mundo”, no Vale do São Francisco. Apaixonado pela música nordestina, Freitas aproveitou também para curtir os encantos da Ilha do Rodeadouro, no Velho Chico. O local está situado a 12 quiômetros do centro de Juazeiro.

A mesma iniciativa teve a auxiliar de enfermagem Telma Fontes, 52 anos, que saiu de Salvador para acompanhar o festival junto com quatro amigos. Nem os 500 quilômetros de estrada desanimaram o grupo. Vim para o evento, mas antes pesquisei na internet sobre alguns lugares que pudesse visitar por aqui ”, conta.

De passagem pelo Brasil, o francês Jean Gachot veio até o Vale do São Francisco para apreciar o festival. Ele aproveitou os quatro dias de permanência em Juazeiro e assistiu algumas aulas de sanfona ministradas por músicos locais. O músico e idealizador do II Festival Internacional da Sanfona, Targino Gondim, disse que o evento é um grande divulgador da cultura nordestina. (Foto: Rita Barreto/Setur)

Fonte: Setur

sábado, 13 de novembro de 2010

Haiti precisa de US$ 164 milhões para superar cólera

ONU pede ajuda internacional para levar médicos e remédios ao país

O Brasil enviou medicamentos destinados ao tratamento da doença
 A Organização das Nações Unidas (ONU) está pedindo US$ 164 milhões à comunidade internacional para levar médicos e remédios ao Haiti com a missão de tratar a epidemia de cólera que afeta o país. A porta-voz da ONU, Elizabeth Byrs, comunicou o pedido na última sexta-feira (12), justificando que a doação é fundamental para que os esforços de recuperação do país não sejam superados pela doença.

No Haiti a cólera já atingiu 11.125 pessoas e deixa os hospitais superlotados. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a situação possa se agravar ainda mais, e 200 mil pessoas sejam contaminadas no  período de seis a 12 meses.

A bactéria que causa a doença é transmitida pelo sistema de abastecimento de água e tem se mostrado muito mais fatal no país, porque a população nunca tinha tido contato com  a enfermidade antes. Na ilha, a taxa de mortalidade decorrente da cólera, que causa febre, diarreia e vômito, matando por desidratação, é de 6,5% - muito mais alta que no resto do mundo.

Apesar da situação se complicar em decorrência da falta de infraestrutura do país - atingido por um terremoto em janeiro deste ano, e por um furacão que causou inundações em novembro, a doença pode ser facilmente tratada com hidratação por água potável e antibióticos.  A epidemia já provocou 700 mortes  no Haiti. (Foto: Antonio Cruz/ABr)

sábado, 23 de outubro de 2010

Festival de artes cênicas movimenta Salvador

Espetáculos de sete países são apresentados em teatros, praças e ruas

 
Atores, produtores, escritores, bailarinos, coreógrafos, artistas plásticos, entre outras personalidades ligadas ao mundo do teatro, participaram da abertura do 3º Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (Fiac), na tarde deste sábado (23), no pátio do Instituto Cultural Brasil Alemanha (Icba), no Corredor da Vitória, em Salvador. 

O evento reúne até o dia 30 deste mês, na capital baiana, espetáculos de sete países - Espanha, Portugal, Alemanha, Argentina, Chile, Colômbia e Brasil, que se apresentarão em diversos teatros, largos, praças e ruas. De acordo com Felipe de Assis, um dos coordenadores do festival, o diferencial da terceira edição é justamente a abertura mais ampla para esses espaços.

A diretora de teatro Nhele Franke, nasceu na Alemanha, porém é no Brasil que ela se dedica ao teatro há 18 anos. Residindo na Bahia desde 1996, Nhele também é uma das organizadoras do Fiac. Para ela, a inquietação inerente à classe artística é o que motiva a realização do festival. “Acredito que o festival cria uma incrível possibilidade de troca, de provocação mútua seja para o público ou para os artistas”.

Surpresa, interação e gargalhadas

Quem compareceu à abertura do Fiac foi surpreendido pela performance da companhia de teatro espanhola Kamchatka. Os oito atores chegaram sem ser anunciados e, como se vivessem décadas atrás, foram interagindo com as pessoas e objetos por onde passavam. Do Icba até o Campo Grande, eles arrastaram centenas de espectadores que deram boas gargalhadas e até atuaram como coadjuvantes nos improvisos. 

Um deles foi o pipoqueiro Pedro José que há 10 anos trabalha no Campo Grande. “Achei muito legal eles terem vindo aqui. Foi engraçado demais quando eles subiram e (literalmente) entraram no meu carrinho vestindo essas roupas antigas”. A psicóloga Mariana Carteado também passava pela praça onde se deparou com a movimentação. “Foi inusitado. Conheço um pouco de teatro de rua, mas nunca vi nada igual. Eles são muito rápidos ao interagir com as coisas que se deparam e acontecem na frente deles”.

Celebração à carreira de Yumara 

Outros espetáculos também prometem muitos aplausos. Um deles é o estreante Monstro, uma celebração aos 50 anos de carreira de Yumara Rodrigues (BA), sob a direção de Paulo Dourado. A peça teatral Seu Bonfim, que comemora 10 anos, também é uma das grandes expectativas do festival. Grupos nacionais vindos de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro também se apresentarão até a próxima sexta-feira, em Salvador.

Os ingressos para os espetáculos em teatros já estão sendo comercializados por R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), exclusivamente, na Bilheteria Central do Fiac, no Teatro Castro Alves. A exceção é a peça Fragmento de Um Só, no Theatro XVIII (Pelourinho), que custa R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). As apresentações nas ruas são gratuitas. Informações sobre as companhias e espetáculos que estarão no festival podem ser acessadas no site do festival. (Imagem: Mauricio Esguerra)

Fonte da matéria: Agecom